quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ATIVIDADES PARA DI

As atividades lúdicas são um dos principais meios de expressão que possibilita a aprendizagem sobre as pessoas e o mundo de forma prazerosa e ativa. 
Segui abaixo algumas atividades desenvolvidas na SRM com alunos com DI.

JOGO CARA A CARA: O objetivo do jogo é através de perguntas e raciocínio lógico, descobrir o personagem do seu adversário.


 

JOGOS DA MEMÓRIA 

Objetivo: identificar figuras iguais; desenvolver a localização espacial; quantificar as cartas tanto por meio da contagem como da comparação do tamanho dos montes. 

JOGO DA MEMÓRIA DO ALFABETO 


JOGO DA MEMÓRIA DAS FRUTAS
 

 

JOGO DA MEMÓRIA AUDITIVA 
Objetivo: identificar sons e elementos iguais.


JOGO SIMBÓLICO
Jogo simbólico ou jogo do faz de conta: caracteriza-se por recriar a realidade usando sistemas simbólicos, visa estimular a imaginação e a fantasia, favorecer a interpretação e ressignificação do mundo real. Também, favorece a interação com o outro, além de, possibilitar a livre expressão das emoções. 

 

FUTEBOL DE BOTÃO
Objetivo: noções de espaço e lateralidade.

 


FORMAS GEOMÉTRICAS 
Objetivo: facilitar a aquisição dos conceitos das formas geométricas


portanto, o trabalho com jogos possibilita que o aluno participe ativamente nas interações sociais, relações e práticas cotidianas que vivencia, na construção de sua identidade pessoal e coletiva e produz cultura.

sábado, 21 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA


“Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis.” (RADABAUGH, 1993)

Li, recentemente uma reportagem intitulada "Como Stephen Hawking consegue falar?" Para quem não o conhece Stephen Hawking é um físico britânico de 69 anos, que depois de adulto foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, a doença afetou a fala (inicialmente, falava com dificuldade), após, traqueostomia, devido, uma pneumonia a perda da fala foi total, também afetou os movimentos, porém, de acordo com VIEIRA, (2011) ele depois disso:

“ajudou a entender a origem do universo, o papel dos buracos negros e, de quebra, escreveu as 262 páginas do maior best-seller da ciência para leigos: Uma Breve História do Tempo. E fez isso sem conseguir mover o corpo. (...) ele também, ocupou a cadeira de Isaac Newton na Universidade de Cambridge até 2009 comunicando-se apenas com um botão.”

E como ele faz tudo isso? Graças à tecnologia que permitir que pessoas, aparentemente, sem oportunidade ou perspectiva nenhuma de contribuir na sociedade, mesmo com limitações podem produzir e realizar feitos simples como: se comunicar, estudar, pesquisar, como bem disse VIEIRA, (2011) “acender luzes, abrir portas e usar TV, DVD e aparelho de som” com    um simplesmente toque, olhar ou falar em um aparelho celular ou computador.
O avanço tecnológico tem contribuído para o desenvolvimento de materiais que mais do que auxiliar, eles muitas vezes são vitais para que muitas pessoas com deficiência consigam viver com dignidade e desenvolvam toda a sua potencialidade.
De acordo, com BERSCH, (2008 apud CORDE – ATA VII) a tecnologia assistiva pode ser conceituada da seguinte maneira:

Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (CORDE – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII)

Com esses recursos de inclusão escolar do aluno AEE torna-se real, visto que, a TA instrumentaliza o professor para “apoiar a escola e os profissionais da educação para viabilizar e melhorar sua pratica de profissional.” (MEC, 2006). Assim sendo, o educador tem em mãos instrumentos que permitem o desenvolvimento de estratégias para atingir determinadas habilidades e potencializar outras no educando. Como bem disse BERSCH (2008):

Tecnologia Assistiva – TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão. (grifo meu)
Num sentido amplo percebemos que a evolução tecnológica caminha na direção de tornar a vida mais fácil. Sem nos apercebermos utilizamos constantemente ferramentas que foram especialmente desenvolvidas para favorecer e simplificar as atividades do cotidiano, como os talheres, canetas, computadores, controle remoto, automóveis, telefones celulares, relógio, enfim, uma interminável lista de recursos, que já estão assimilados à nossa rotina e, num senso geral, “são instrumentos que facilitam nosso desempenho em funções pretendidas”.

Logo, podemos classifica-las segundo BERSCH (2008) em 11 categorias, sendo elas: Auxílios para a vida diária e vida prática; CAA - Comunicação Aumentativa e Alternativa; Recursos de acessibilidade ao computador; Sistemas de controle de ambiente; Projetos arquitetônicos para acessibilidade; Órteses e próteses; Adequação Postural; Auxílios de mobilidade; Auxílios para cegos ou para pessoas com visão subnormal; Auxílios para pessoas com surdez ou com déficit auditivo e Adaptações em veículos.
Por fim, podemos dizer a TA são fundamentais para o desenvolvimento de situações de ensino que favorecem a aprendizagem.  Porque a aprendizagem se dá, por meio, da relação o estudante estabelece com o objeto. E o que antecede é o que possibilita a evolução dos seus esquemas. Por isso, o educador precisa considerar os conhecimentos que o aluno já construiu para que se tenha mais eficiência na construção de um novo conhecimento/aprendizado.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PROJETO HORTA

Para auxiliar  o desenvolver a comunicação e interação dos mesmos alunos com autismo elaborei Projeto Horta em parceria com o projeto Mais Educação que cedeu um canteiro para trabalharmos com plantio de sementes de: pimentão, girassol, bela da noite e melancia. Os alunos foram transferidos de escola devido à mudança de município dos pais. 
  
(04/06/2013) Primeiro momento confecção das placas de identificação das plantas. E preparação do Canteiro.

  
Canteiro com as placas de Identificação de cada semente

 
Canteiro com as placas de Identificação de cada semente

Os alunos, após, a atividade se divertindo no patio da escola com outros colegas. 

  
(11/06/2013) Sementes germinando

 
(05/08/2013) Os Girassóis floresceram primeiro.



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AEE_Fechamento

AEE 2013
Cursista: Francinalda Pereira
Tutora: Marileth
Poló: Cuiabá, MT

Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos.”
Euclides da Cunha

Ouvir uma professora dizer as seguintes palavras essa semana - “acho que os alunos com deficiência deveriam está em uma escola especializada como a APAE” – continuou, “já é bem difícil lidar com os alunos ‘normais’. O governo faz as leis e nós é que temos que dá conta”. Fiquei meditando sobre essas palavras por um bom tempo. E cheguei à conclusão que BIANCHETTI; FREIRE (1998) tem razão quando afirmam que:

O mero direito jurídico não produz o novo sujeito político, não materializa formas organizativas, não expressa necessidades nem institucionaliza bandeiras de luta e de resistência. O direito, como postulado formal, equivale ao idealismo, segundo o qual a consciência tem a supremacia sobre o movimento concreto do real – a ciência torna-se absoluta e a cidadania não supera seu limite abstrato.

Poder contribuir com a formação e desenvolvimento de seres humanos dotados de direitos é um privilegio que poucos têm. Ser professor(a) AEE é ser capaz de ter um olhar diferenciado sobre a realidade e potencialidade de cada aluno. E intervir nessa realidade com suportes técnicos e pedagógicos que podem favorecer a aprendizagem. Tendo por parâmetro as atribuições do(a) professor(a) de AEE que são:

·         Elaboração, execução e avaliação do plano de AEE do aluno;
·         Definição do cronograma e das atividades do atendimento do aluno;
·         Organização de estratégias pedagógicas e identificação e produção de recursos acessíveis;
·         Ensino e desenvolvimento das atividades próprias do AEE, tais como: Libras, Braille, orientação e mobilidade, Língua Portuguesa para alunos surdos; informática acessível; Comunicação Alternativa e Aumentativa - CAA, atividades de desenvolvimento das habilidades mentais superiores e atividades de enriquecimento curricular;
·         Acompanhamento da funcionalidade e usabilidade dos recursos de tecnologia assistiva na sala de aula comum e ambientes escolares;
·         Articulação com os professores das classes comuns, nas diferentes etapas e modalidades de ensino;
·         Orientação aos professores do ensino regular e às famílias sobre os recursos utilizados pelo aluno;
·         Interface com as áreas da saúde, assistência, trabalho e outras. (MEC/SEE, 2010. Manual de Orientação: Programa de Implantação de Sala de Recursos Multifuncionais).

E nessa perspectiva o estudo de caso é fundamental, pois, possibilita ao(a) professor(a) AEE, professor(a) de sala, equipe gestora, familiares, enfim, toda comunidade escolar conhecer, intervir, orientar, ensinar, aprender e incluir os(as) alunos(as) que são público alvo da AEE/SRM. Sendo, portanto, essencial para que o(a) professor(a) desenvolva estratégias que auxiliam no desenvolvimento e aprendizagem do aluno e a ampliação de suas potencialidades.
Após, analise e reflexão do estudo de caso, é chegada o momento de elaboração do plano AEE onde efetivamente são feitas intervenções para auxiliar no processo de transformação dos esquemas cognitivos do(a) aluno(a). Visando o desenvolvimento de competências necessárias para que o(a) aluno(a) consiga ter autonomia, segurança e autoestima onde o céu é o limite.   


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Adriana Partimpim - Saiba



A responsabilidade de Educar "(...) todo e qualquer ser humano (...)"  é muito grande e exige tempo, dedicação, planejamento, estudo sem esquecer as trocas que devemos ter, com nossos pares.

sábado, 25 de maio de 2013

Adriana Partimpim - Ciranda Da Bailarina



Grupo: Ciranda da Bailarina
Documentos Oficiais sobre a Educação Especial no Brasil


Conhecer para evitar enganos. Por isso, convido-os a banquetearem-se com à legislação referente a Educação Especial Brasileira.

Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação especial.

Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008.

Decreto 7.622 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.

Bom apetite!! 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

EAD Vídeos sobre Tecnologias



Escolhi “Help Desk na Idade Média” e “Did You Know 2.0” por considerar que eles tratam de forma leve e divertida as mudanças tecnológicas que estão ocorrendo na historia da humanidade. Considero-os, bem ilustrativos para esses novos tempos tecnológicos e ao mesmo tempo, é um alerta para sairmos de nossa zona de conforto e tornarmos protagonistas de nossa história. É nítido principalmente, nas camadas populares da sociedade, o despreparo na utilização dessas tecnologias. Falta de conhecimento e instrução pode levar as pessoas há enganos lamentáveis, mas, o oposto pode extrapolar todas as barreiras e limites geográficos.

Lenine - Ser Diferente é Normal


http://www.serdiferenteenormal.org.br/pt/landing/

terça-feira, 21 de maio de 2013

AEE - A Escola Comum na Perspectiva Inclusiva


O trabalho A Escola Comum na Perspectiva Inclusiva tem como finalidade, apresentar de forma criteriosa, a Política Nacional de Educação Especial no Brasil, bem como, o trabalho desenvolvido/realizado na Sala de Recursos Multifuncional. Como forma de contribuir de maneira expressiva para “esclarecer o leitor sobre as possibilidades de fazer da sala de aula comum um espaço de todos, sem exceções”. Além, disso este trabalho visava fundamentalmente: Favorecer o desenvolvimento de competências para o exercício da função docente; Possibilitar a articulação teoria e prática, isto é, “praticizar a teoria e teorizar a prática” (LIBÂNEO, 1997); Observar, planejar, executar, avaliar e refletir sobre situações de ensino e aprendizagem buscando o embasamento pedagógico teórico necessário para compreendê-las em seus contextos e especificidades; Auxílio ao professor da sala comum e SRM no planejamento e execução de atividades da rotina escolar para uma inclusão de fato e direito;
Contribuir na construção/formação de docentes e unidades escolares autônomas, reflexivas, competentes e capazes de construir conhecimentos pedagógicos necessários para efetivação da Educação Inclusiva, ainda, algumas considerações, críticas e sugestões para esse momento imprescindível para o acesso e permanência de todos na escola comum.

Acesse ao texto pelo link abaixo:
http://pt.scribd.com/doc/136435561/AEE-AEscolaComumnaPerspectivaInclusiva

Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar"


Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar" coletânea de livros elaborados em parceria entre UFC e MEC que serve para estudo, pesquisa e apoio no AEE – disponível para todos no portal do MEC http://portal.mec.gov.br 


  • Fasc_01: A escola comum inclusiva;
  • Fasc_02: O AEE para alunos com deficiência intelectual;
  • Fasc_03: Os alunos com deficiência visual baixa visão e cegueira;
  • Fasc_04: Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez;
  • Fasc_05: Surdocegueira e deficiência múltipla;
  • Fasc_06: Recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa;
  • Fasc_07: Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade;
  • Fasc_08: Livro Acessível e informática acessível;
  • Fasc_09: Transtornos globais do desenvolvimento;
  • Fasc_10: Altas habilidades – Superdotação.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO


Cursista: Francinalda Pereira da Silva
Cuiabá, 24/04/2013

“Aquilo que persistimos em fazer tornar-se mais fácil de realizar; não que a natureza da tarefa mude, mas nossa capacidade aumentou.” Heber J. Grant


Não quero entrar no mérito do debate sobre qual é o melhor curso presencial ou à distância. No entanto, não posso me furtar de comentar sobre uma das principais virtudes do curso a distância, que é sem dúvidas a democratização do ensino. Uma vez que, vivemos em um país de dimensões continentais e profundas desigualdades sociais, politicas e educacionais. Participar de uma formação fomentada por uma universidade pública e de qualidade, onde são poucos, os que têm essa oportunidade, é sem dúvida um privilégio. Que só é possível, graças à tecnologia, flexibilidade do tempo e dinamismo que essa modalidade de ensino oferece há públicos variados.
Mas, ainda precisamos superar grandes desafios como: administração do tempo de estudo pelo cursista, clareza dos objetivos e metodologia e generalização dos cursos. Assim sendo, coordenadores, tutores e cursistas precisam ter clareza dos objetivos e metodologias aplicada no curso. E essa tomada de consciência do indivíduo tende a construção e aplicação do conhecimento. Levando o sujeito ao amadurecimento e autonomia social, intelectual e política. Me junto a BRANDÃO (1995) em sua pergunta: “Afinal, quem pode negar que a educação deve servir ao homem, deve servir para educá-lo, torná-lo melhor, desenvolver nele tudo o que tem, e tudo a que tem direito?”.
Gerenciar, organizar e disciplinar os estudos considero a parte mais difícil, em participar de um curso a distância. E para sobrepujarmos as dificuldades não basta boa vontade. É preciso disciplina e estudo para realização das metas, prazos e acompanhamento do tutor (das atividades dos alunos) para superar os obstáculos, que surgirem no curso, tanto por parte dos cursistas, como por parte dos professores. Por fim, faço minhas as palavras de MORAN (2003) quando diz que:Todas as universidades e organizações educacionais, em todos os níveis, precisam experimentar como integrar o presencial e o virtual, garantindo a aprendizagem significativa.”.

acesse aqui textos de Moran: http://www.eca.usp.br/prof/moran/