sábado, 25 de maio de 2013

Adriana Partimpim - Ciranda Da Bailarina



Grupo: Ciranda da Bailarina
Documentos Oficiais sobre a Educação Especial no Brasil


Conhecer para evitar enganos. Por isso, convido-os a banquetearem-se com à legislação referente a Educação Especial Brasileira.

Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação especial.

Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008.

Decreto 7.622 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.

Bom apetite!! 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

EAD Vídeos sobre Tecnologias



Escolhi “Help Desk na Idade Média” e “Did You Know 2.0” por considerar que eles tratam de forma leve e divertida as mudanças tecnológicas que estão ocorrendo na historia da humanidade. Considero-os, bem ilustrativos para esses novos tempos tecnológicos e ao mesmo tempo, é um alerta para sairmos de nossa zona de conforto e tornarmos protagonistas de nossa história. É nítido principalmente, nas camadas populares da sociedade, o despreparo na utilização dessas tecnologias. Falta de conhecimento e instrução pode levar as pessoas há enganos lamentáveis, mas, o oposto pode extrapolar todas as barreiras e limites geográficos.

Lenine - Ser Diferente é Normal


http://www.serdiferenteenormal.org.br/pt/landing/

terça-feira, 21 de maio de 2013

AEE - A Escola Comum na Perspectiva Inclusiva


O trabalho A Escola Comum na Perspectiva Inclusiva tem como finalidade, apresentar de forma criteriosa, a Política Nacional de Educação Especial no Brasil, bem como, o trabalho desenvolvido/realizado na Sala de Recursos Multifuncional. Como forma de contribuir de maneira expressiva para “esclarecer o leitor sobre as possibilidades de fazer da sala de aula comum um espaço de todos, sem exceções”. Além, disso este trabalho visava fundamentalmente: Favorecer o desenvolvimento de competências para o exercício da função docente; Possibilitar a articulação teoria e prática, isto é, “praticizar a teoria e teorizar a prática” (LIBÂNEO, 1997); Observar, planejar, executar, avaliar e refletir sobre situações de ensino e aprendizagem buscando o embasamento pedagógico teórico necessário para compreendê-las em seus contextos e especificidades; Auxílio ao professor da sala comum e SRM no planejamento e execução de atividades da rotina escolar para uma inclusão de fato e direito;
Contribuir na construção/formação de docentes e unidades escolares autônomas, reflexivas, competentes e capazes de construir conhecimentos pedagógicos necessários para efetivação da Educação Inclusiva, ainda, algumas considerações, críticas e sugestões para esse momento imprescindível para o acesso e permanência de todos na escola comum.

Acesse ao texto pelo link abaixo:
http://pt.scribd.com/doc/136435561/AEE-AEscolaComumnaPerspectivaInclusiva

Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar"


Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar" coletânea de livros elaborados em parceria entre UFC e MEC que serve para estudo, pesquisa e apoio no AEE – disponível para todos no portal do MEC http://portal.mec.gov.br 


  • Fasc_01: A escola comum inclusiva;
  • Fasc_02: O AEE para alunos com deficiência intelectual;
  • Fasc_03: Os alunos com deficiência visual baixa visão e cegueira;
  • Fasc_04: Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez;
  • Fasc_05: Surdocegueira e deficiência múltipla;
  • Fasc_06: Recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa;
  • Fasc_07: Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade;
  • Fasc_08: Livro Acessível e informática acessível;
  • Fasc_09: Transtornos globais do desenvolvimento;
  • Fasc_10: Altas habilidades – Superdotação.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO


Cursista: Francinalda Pereira da Silva
Cuiabá, 24/04/2013

“Aquilo que persistimos em fazer tornar-se mais fácil de realizar; não que a natureza da tarefa mude, mas nossa capacidade aumentou.” Heber J. Grant


Não quero entrar no mérito do debate sobre qual é o melhor curso presencial ou à distância. No entanto, não posso me furtar de comentar sobre uma das principais virtudes do curso a distância, que é sem dúvidas a democratização do ensino. Uma vez que, vivemos em um país de dimensões continentais e profundas desigualdades sociais, politicas e educacionais. Participar de uma formação fomentada por uma universidade pública e de qualidade, onde são poucos, os que têm essa oportunidade, é sem dúvida um privilégio. Que só é possível, graças à tecnologia, flexibilidade do tempo e dinamismo que essa modalidade de ensino oferece há públicos variados.
Mas, ainda precisamos superar grandes desafios como: administração do tempo de estudo pelo cursista, clareza dos objetivos e metodologia e generalização dos cursos. Assim sendo, coordenadores, tutores e cursistas precisam ter clareza dos objetivos e metodologias aplicada no curso. E essa tomada de consciência do indivíduo tende a construção e aplicação do conhecimento. Levando o sujeito ao amadurecimento e autonomia social, intelectual e política. Me junto a BRANDÃO (1995) em sua pergunta: “Afinal, quem pode negar que a educação deve servir ao homem, deve servir para educá-lo, torná-lo melhor, desenvolver nele tudo o que tem, e tudo a que tem direito?”.
Gerenciar, organizar e disciplinar os estudos considero a parte mais difícil, em participar de um curso a distância. E para sobrepujarmos as dificuldades não basta boa vontade. É preciso disciplina e estudo para realização das metas, prazos e acompanhamento do tutor (das atividades dos alunos) para superar os obstáculos, que surgirem no curso, tanto por parte dos cursistas, como por parte dos professores. Por fim, faço minhas as palavras de MORAN (2003) quando diz que:Todas as universidades e organizações educacionais, em todos os níveis, precisam experimentar como integrar o presencial e o virtual, garantindo a aprendizagem significativa.”.

acesse aqui textos de Moran: http://www.eca.usp.br/prof/moran/